terça-feira, 12 de dezembro de 2017

VERDADE, OU MENTIRA!?

Eu quero fazer um estudo acerca de alguns textos de 1ª João, referente à associação da notícia vinculada a respeito do presidente dos EUA, Donald Trump, em apoiar o Estado de Israel para retomada de Jerusalém como capital interina e indivisível de Israel... o que vem causando um alarido na Comunidade Israelense para o regresso a Israel, à fim de que todos os israelitas abandonem os seus negócios nos demais países porque o messias prometido está para vir e restaurar o Estado Israelense. Sem falar que muitos cristãos estão achando, que isso, é um sinal de que a qualquer segundo serão arrebatados.
Porém, como todos nós, cristãos, sabemos, conforme a nossa transcendência profética que não está acessível para aqueles que ainda andam sob o antigo véu, estes israelenses não convertidos,  que são incitados a reconstruir o Império Israelita para o retorno a adoração ao Deus Criador, através da retomada do sacrifício diário, promulgado do santo templo, enfim, nós cristãos sabemos que o próximo evento histórico, não consiste na Shalon, ou, na paz a Israel, tanto que sabemos que a anunciação de paz, significa destruição repentina, porém, sabemos que Deus pretende arrebatar os santos e permitir a desolação da Terra por um tempo determinado até o regresso definitivo do “Juiz Supremo”, que aniquilará o anticristo com supérflua facilidade e se assentará no Vale de Josafá para julgar as nações, donde as separará para a Sua esquerda e para a Sua direita, separando bodes de ovelhas para um destino eterno.
Ou seja, profeticamente, como cristãos, entendemos que ainda não está na hora de sobrevir o Reino Eterno sobre a humanidade, porém, fatos serão antecipados, ou “abreviados”, para que não percamos a fé e com isso a Salvação, o que não quer dizer que toda frenesi signifique que se possa abandonar tudo o que se sabe, ou melhor, se entende a respeito de profecias simplesmente porque o sentimento, a sensação, ou melhor, o “parecer” que está às portas, nos impulsione para radicalismos que só destroem as estruturas e tenhamos que recomeçar tudo do zero! Sem falar da vergonha e decepção da frustração...
Pois João já anunciava: “Filhinhos, é já a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também agora muitos se têm feito anticristos, por onde conhecemos que é já a última hora. Saíram de nós, mas não eram de nós; porque, se fossem de nós, ficariam conosco; mas isto é para que se manifestasse que não são todos de nós. E vós tendes a unção do Santo, e sabeis tudo. ” (1ª João 2: 18-20). O que significa que para o cristianismo bem fundamentado, não há novidades, que senão confirmações daquilo que já se sabia! O que torna a história da humanidade em geral plenamente redundante para quem está bem alicerçado em Cristo, e com isso, à par da realidade profética... não havendo necessidade de extremismos nem exageros frenéticos para que se saiba quanto da segurança de nossa redenção, ou, Salvação!
Por isso, João recomenda mais: “Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; mas aquele que confessa o Filho, tem também o Pai. ” (1ª João 2: 23). Ou seja, o maior sinal da vinda gloriosa de Deus, é o arrependimento! Ou, da consideração de que o Messias já está aí no meio de Seu povo, habitando nos corações daqueles que lhe dignificam como Rei Supremo, que significaria a conversão para glorificação de Jesus, cujo o qual, nós devemos e estamos indo ao encontro, sendo preparados para habitar na “Extrema Glória jamais revelada a homem algum”, portanto, experiências de arrebatamento dos sentidos não nos podem qualificar como eleitos, ou conhecedores do Céu, nem podem dar a segurança da Salvação, como se a Salvação consistisse em sensação em vez de fé, mas tais experiências apenas nos sugerem que devemos ousar mais, orar mais, trabalhar mais em prol da anunciação da verdade contra os impérios da mentira. O que deflagra que somente a comunhão com Jesus, a Palavra, profecia, ou ainda, a verdade, é que nos conferirá direito de conhecer a “verdadeira Glória”, que é viver perante a face do Pai. Adorando ao Filho.
Se você é um cristão instruído, nada do que estou lhe dizendo parece ser alguma grande novidade, porque no fundo, lá em seu íntimo, você já está à par disso tudo, a única coisa que pode mudar a partir de agora, é a sua concordância, aceitação da realidade, como João prossegue: “Estas coisas vos escrevi acerca dos que vos enganam. E a unção que vós recebestes dele, fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como ela vos ensinou, assim nele permanecereis. ” (1ª João 2: 26-27).
Portanto, à medida que você se desenvolve robusta e consistentemente na Graça, você chega à conclusão de que especular, ou não especular sobre a vinda definitiva do Reino de Deus, não faz diferença alguma, a não ser para aqueles que a manifestação de Cristo significa “cheiro de morte”, ou de condenação, de perdição, que por suas inseguranças, acusam tiranamente quem não concorda com eles.... Porém para nós, que estamos alicerçados em Cristo, quanto à estas especulações, e acusações, apenas sorrimos...
Uma vez que já temos a Jesus em nossa vida e nada nos perturbará para que percamos a confiança n’Ele e afrouxemos as nossas mãos quanto ao ministério que nos foi confiado, pelo contrário, aonde os outros veem desgraças e sofrimentos, indignações, nós vemos oportunidades e a clareza e certeza absoluta daquilo que Deus está requerendo de nós, pelo que João continua: “E agora, filhinhos, permanecei nele; para que, quando ele se manifestar, tenhamos confiança, e não sejamos confundidos por ele na sua vinda. Se sabeis que ele é justo, sabeis que todo aquele que pratica a justiça é nascido dele. ” (1ª João 2: 28-29).
Em outras palavras, a eminência da vinda gloriosa do Salvador para nos arrebatar nos ares, nos desperta alegria e regozijo, jamais falência dos sentidos! O que aguça ainda mais o nosso discernimento quanto às promessas de Jesus, e a supressão de Sua vontade não é inquirida por nós, pelo contrário, a Sua vontade ganha força e autoridade para ser manifesta por nosso meio, já que, estamos cientes dos fatos e não ignoramos os Seus reais propósitos com aquilo que Jesus permite, o que faz com que tudo se torne óbvio quanto a aquilo que de antemão já fomos alertados. O que não destrói a nossa confiança e esperança, por estas razões frenéticas. Mas somos estabelecidos para não vacilarmos, não caindo em tentações e confusões.
Mas João vai mais longe: “Vede quão grande amor nos tem concedido o Pai, que fôssemos chamados filhos de Deus. Por isso o mundo não nos conhece; porque não o conhece a ele. Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos. E qualquer que nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, como também ele é puro. ” (1ª João 3: 1-3).
Ou seja, não é porque é a sensação do momento, nos deixaremos desestabilizar pela vontade da maioria, contanto que nós, que conhecemos as profundezas de Deus mediante a nossa fé no Cristo, seremos cada vez mais estabelecidos pela graça de Deus que em nós opera, e com isso, nos adequa para a “Glória Extrema jamais revelada a homem algum”, mas com a certeza da nossa adoção, continuaremos “conectados” na realidade implantando nela a verdade...
Enfim, ser cristão em tempos frenéticos, quando a maioria se aguça para atritos, para revoltas, nós, permaneceremos inabaláveis em nossas convicções que nos tornam produtivos, frutíferos para o Reino de Deus, que se estabelece de coração em coração, conforme a nossa disponibilidade em testemunhar e conviver com os demais que não compartilham da mesma segurança que Deus semeou em nossa vida, em nossa alma!
Portanto, o que quero deixar enfático, é a necessidade urgente que se visa no fato de que ânimos acirrados, sugerem precipitações! E nós que somos da verdade, temos que estar atentos para não cair neste pecado, o que geraria desespero e insegurança quanto à nossa entrega ao amor de Deus, inclusive, do quanto que Deus se importa conosco, dos Seus planos para nossa vida, principalmente, do valor que se dá para a proliferação da verdade em detrimento aos exageros daqueles que desequilibram a estrutura do corpo de Deus, sendo assim, de fato não são autênticos do corpo, e estão indo contra Cristo, contra a verdade, contra a Salvação que se edifica pela pregação da Palavra de Deus.

Com isso, denota-se a urgência incessante que pede continuidade da estrutura que Deus estabeleceu para o nosso próprio bem-estar e regozijo com a vontade de Deus, o que nos torna submissos ao verdadeiro plano do Criador! E com isso, cientes da verdade! Com o “pé no chão”! Não entrando em delírios e descontrole, muito pelo contrário, o nosso autodomínio é a base do nosso testemunho, que se não há autodomínio, não há crédito em nós, o que sugere uma crise na fé, no cristianismo. Por isso, cuidado! Jesus só voltará para aqueles que estarão sendo úteis, sendo lúcidos da verdade, pois mentira e ilusão, não entra no Céu. Amém. 

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

DEUS PEDE ATITUDE.

Há quem diga que o silêncio é a melhor expressão, porém, ficar quieto em espera, é uma coisa! E que faz parte duma atitude de fé, porém, ficar omisso, é outra coisa! E que em verdade é uma atitude de rebeldia na teimosia de não se importar com a situação, aliás, chegando ao ponto de consentir com o pecado, com o erro, de maneira que quem assim age, não quer “arrumar perturbação”, temendo uma perturbação maior ao ponto de parecer intrometido e inconveniente, o que o tornaria responsável pelas consequências de sua intromissão caso seus “palpites”, suas sugestões levassem um indivíduo à uma situação pior... e isso é uma linha de fogo cruzado para todo e qualquer profeta, ou pregador que conhece alguma coisa de Deus e decide tomar uma atitude conferente aos seus conhecimentos.
Jó também conhecia Deus, não por experiência, mas por testemunho, ou de “ouvir falar”, o que lhe tornava uma pessoa sem autoridade na sua pregação, mas, Deus estava disposto a revelar-se a ele para usá-lo de instrumento para que os demais também cressem e se espelhassem em seu exemplo... ao que Deus lhe confrontou: “Depois, o Senhor falou a Jó do meio da tempestade: Prepare-se como simples homem que é; eu farei perguntas, e você me responderá. Você vai pôr em dúvida a minha justiça? Vai condenar-me para justificar-se? ” (Jó 40: 6-8 NVI).
O normal para toda pessoa que é “perturbada” por Deus em sua comodidade, é queixar-se diante de Deus! Inclusive, confrontando Deus lhe impondo sugestões, como se nós realmente soubéssemos de alguma coisa, inclusive, até melhor que Deus, ao ponto de achar que o jeito de Deus é equivocado e a nossa maneira é que seria a correta, como se Deus tivesse de nos obedecer e não nós a Ele! Com isso, condenamos Deus! E crucificamos o Cristo! Pois o seu agir não parece de um Deus Todo-Poderoso, mas de um impostor!
Habacuque chega a declarar: "Até quando, SENHOR, clamarei eu, e tu não me escutarás? Gritar-te-ei: Violência! E não salvarás? Por que razão me mostras a iniquidade, e me fazes ver a opressão? Pois que a destruição e a violência estão diante de mim, havendo também quem suscite a contenda e o litígio. Por esta causa a lei se afrouxa, e a justiça nunca se manifesta; porque o ímpio cerca o justo, e a justiça se manifesta distorcida." (Habacuque 1: 2-4), é claro, Habacuque parece entender que Deus deveria ser mais intrometido e tirano em Sua Lei e impô-la com mais rigor para que a maldade não tivesse oportunidade de se manifestar, o mesmo podemos observar em Adão, quando declara: "Então disse Adão: A mulher que me deste por companheira, ela me deu da árvore, e comi." (Gênesis 3: 12), assim, Adão pretendeu culpar o próprio Criador por Ele ter permitido brechas para que Adão pecasse...
Porém, seria Deus tão inconsequente em querer fidelidade dos homens se não lhes fosse possível demonstrá-la quando são provados? Não foi o próprio Criador quem declarou: "Se bem fizeres, não é certo que serás aceito? E se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas sobre ele deves dominar." (Gênesis 4: 7), então, se Deus requer que dominemos o pecado, o erro, é porque com certeza absoluta é possível não pecar, tendo uma atitude que agrada e glorifica a Deus, pelo que lemos: "Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar." (1ª Coríntios 10: 13), o que denota que Deus pede de nós uma atitude, um posicionamento! Ou, uma intervenção de nossa parte....
“Seu braço é como o de Deus, e sua voz pode trovejar como a dele? Adorne-se, então, de esplendor e glória e vista-se de majestade e honra. ” (Jó 40: 9 e 10 NVI), porém, que seja um posicionamento em dependência e confiança na provisão de Deus, não nos exaltando acima do Criador, como se nós também fôssemos soberanos, infalíveis, ao que Jesus adverte: "Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer." (João 15: 5).
Mas estar em dependência, não significa que cruzaremos os braços e esperemos que tudo “caia do céu”, mas se temos alguma orientação, cabe que a agarremos e nos manifestemos, pelo que devemos lembrar: "Porque a ardente expectação da criatura espera a manifestação dos filhos de Deus." (Romanos 8: 19), o que deixa evidente que Deus só se manifesta sem protelar, à medida que nos dispusermos para encarar o mal, como também lemos: "Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela;" (Mateus 16: 18), então, estes “portões”, ou proteções do inferno e do império das trevas precisa ser encarrado para que daí Deus “se sinta estimulado” para com a nossa causa, como Jesus mesmo declara: "Vim lançar fogo na terra; e que mais quero, se já está aceso? Importa, porém, que seja batizado com um certo batismo; e como me angustio até que venha a cumprir-se!" (Lucas 12: 49-50), o que denota que Jesus almeja trabalho, trabalhar por nosso intermédio à medida que nos manifestemos, como Deus já o havia advertido a Jó: “Derrame a fúria da sua ira, olhe para todo orgulhoso e lance-o por terra, olhe para todo orgulhoso e humilhe-o, esmague os ímpios onde estiverem. ” (Jó 40: 11 e 12 NVI).
Portanto, não podemos ficar omissos à “Ideologia de Gênero”, há pornografia praticada na Web, à perda de tempo com Smartphones nas redes sociais, enquanto a vida passa e muitos percebem os dias finais de suas vidas com a superficialidade duma conclusão que praticamente não viveram! Portanto, se parece polêmico ser obstinado em se aprofundar no conhecimento de Deus para um avivamento espiritual em nossa nação, não se engane em achar que basta devorar as Escrituras para que este avivamento venha como retribuição do Senhor, mas sim, somente num posicionamento firme na disciplina e protesto, é em que poderá acontecer alguma coisa boa, pelo que Deus continuou dizendo a Jó: “Enterre-os todos juntos no pó; encubra os rostos deles no túmulo. Então admitirei que a sua mão direita pode salvá-lo.” (Jó 40: 13 e 14 NVI).
Portanto, não podemos tolerar que o mal se infiltre sorrateira e disfarçadamente em nossa vida, porque no Juízo Final, pesará em questão do quanto que testemunhamos a nossa fé em Jesus, pois se nos envergonharmos caladamente, é óbvio que nada mudará na realidade desse mundo... lembre-se do recado de Apocalipse: "Mas tenho contra ti que toleras Jezabel, mulher que se diz profetisa, ensinar e enganar os meus servos, para que se prostituam e comam dos sacrifícios da idolatria. E dei-lhe tempo para que se arrependesse da sua prostituição; e não se arrependeu. Eis que a porei numa cama, e sobre os que adulteram com ela virá grande tribulação, se não se arrependerem das suas obras. E ferirei de morte a seus filhos, e todas as igrejas saberão que eu sou aquele que sonda os rins e os corações. E darei a cada um de vós segundo as vossas obras."  (Apocalipse 2: 20-23).
Enfim, a consagração se torna em vão se não usamos da unção que a fé derramou sobre nós, sendo que nós nos acomodamos transformando o cristianismo num estilo de vida de pessoas apegadas ao conforto da virtude e a presença de Deus por mero deleite em transe de satisfação pessoal. Por isso, quando lemos: "E respondeu-me, dizendo: Esta é a palavra do SENHOR a Zorobabel, dizendo: Não por força nem por violência, mas sim pelo meu Espírito, diz o SENHOR dos Exércitos." (Zacarias 4: 6), isso não quer dizer que Deus usará de “mágica”, ou magia, para resolver os problemas da Igreja, mas sim, que Deus, nos capacitará para que tenhamos atitudes convenientes à medida que usarmos da nossa fé de forma determinada e destemida, como avisou Jesus: "Quando, pois, vos conduzirem e vos entregarem, não estejais solícitos de antemão pelo que haveis de dizer, nem premediteis; mas, o que vos for dado naquela hora, isso falai, porque não sois vós os que falais, mas o Espírito Santo." (Marcos 13: 11), ou seja, é na nossa atitude que Deus se manifesta!

Vale lembrar que: "E a unção que vós recebestes dele, fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como ela vos ensinou, assim nele permanecereis." (1ª João 2: 27), ou seja, o conhecimento só é útil, à medida que ele é aplicado! Sendo assim, temos de testemunhar do investimento de Deus em nós, nos despertando para a ação, para a atitude, para um posicionamento firme mediante o que já sabemos. Amém. 

COMO TER SUCESSO NA VIDA

"Toda mulher [ou pessoa] sábia edifica a sua casa; mas a tola a derruba com as próprias mãos." (Provérbios 14: 1). Hoje, quand...